O FlaBasquete planeja algumas parcerias para a próxima temporada, e uma delas envolve mandar jogos fora da capital do Rio de Janeiro, tirando partidas do eixo Maracanãzinho/Tijuca Tênis Clube para apostar em outras cidades.
Na semana passada, Bap revelou, na reunião do Conselho Deliberativo, que foi transmitida pela Flamengo TV, que o clube pode fazer parcerias com outras cidades. A ideia é reduzir custos nos Esportes Olímpicos sem que o time perca sua força.
O Jornal do Fla apurou com fontes do Flamengo que essas negociações já se iniciaram com algumas prefeituras. Entre elas, Maricá e Niterói.
A inauguração recente da Arena Niterói culminou em rumores de que o FlaBasquete poderia mandar jogos lá. E isso, de fato, pode acontecer, conforme confirmou a reportagem nesta segunda-feira (22).
Ainda não há previsão de quando as negociações serão concluídas, mas a informação obtida pela reportagem é de que as conversas estão caminhando bem. Ao que tudo indica, elas devem ter um final feliz.
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No entanto, ao contrário do que alguns podiam imaginar, os jogos fora do Maracanãzinho não serão maioria. A ideia de fazer parcerias com essas prefeituras é mandar algumas partidas de menor apelo e baixa procura. Inicialmente, apenas poucos jogos devem acontecer nesse modelo.
O FlaBasquete, portanto, vai seguir tendo a Gávea e o Maracanãzinho como sua base, sem se afastar do torcedor do Rio de Janeiro.
Jogos em locais com maior escassez de partidas, como Niterói e Maricá, podem, inclusive, impulsionar a bilheteria no local, levando mais torcedores do que jogos no Rio.
Na última temporada, a bilheteria não foi nada boa para o FlaBasquete, e se a recepção for boa nesses municípios, a tendência é que, no futuro, mais jogos possam acontecer nesses locais.
O que Bap disse na última semana sobre parcerias do FlaBasquete com prefeituras
Durante a reunião do Conselho Deliberativo, o presidente do Flamengo citou projetos como os de Bauru e Mogi, por exemplo, para falar sobre projetos esportivos em que prefeituras e parceiros locais participam do financiamento das equipes.
“É muito comum. Bauru é um time de basquete da cidade de Bauru que é bancado pela cidade, Mogi idem, Franca idem, no vôlei tem Campinas”, disse Bap.
Bap disse explicitamente que deseja reproduzir essa ideia no FlaBasquete e no futebol feminino, mas sem citar quais cidades poderiam fazer parte dessa parceria, com o Jornal do Fla confirmando Niterói e Maricá posteriormente.
“Nós vamos tentar replicar esse modelo com alguma cidade que tenha uma condição ímpar e positiva no estado do Rio de Janeiro, para que a gente conjuntamente possa fazer uma parceria e fazer do futebol feminino e do basquete do Flamengo potências à altura do que cada um de nós espera do brilho da nossa camisa”, concluiu.
Marcus Vinícius Freire prometeu ações para impulsionar bilheteria do FlaBasquete
Diretor de Esportes Olímpicos do Flamengo, Marcus Vinícius Freire disse, em coletiva nesta segunda-feira, na Gávea, que o clube pretende mudar a situação das arquibancadas do basquete na próxima temporada.
Ele comparou os públicos do Sesc Flamengo, vôlei feminino do clube, com o basquete masculino, deixando claro que a direção não está satisfeita com a quantidade de torcedores que têm colocado nos ginásios em partidas do NBB.
Assim, ele afirma que a ideia é recuperar a conexão da torcida do Flamengo com o FlaBasquete, declaração que vai de encontro com a possibilidade de mandar jogos em outras regiões buscando oportunizar que torcedores dessas localidades possam acompanhar a equipe. A temporada do FlaBasquete se inicia em agosto.
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