O presidente do Estudiantes, Sebastián Verón, demonstrou confiança na permanência do clube argentino na final da Libertadores após a polêmica envolvendo a inscrição de Marcos Rojo. Em declarações à imprensa argentina nesta terça-feira (27), o dirigente afirmou que a equipe tomou precauções jurídicas antes de recorrer ao Tribunal Arbitral do Esporte (TAS) para conseguir a liberação do zagueiro.
“Desde o primeiro momento com o tema do Marcos (Rojo) nos assessoramos, não queríamos ter nenhum problema. Se tivéssemos o risco, não íamos fazer nada. O TAS foi a favor de nós. Mas o mais importante é que nós não corremos o risco de não jogar a final”, declarou Verón.
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A declaração ocorre em meio à tentativa do Flamengo de reverter a eliminação na Libertadores por meio de uma contestação relacionada à escalação de Rojo.
O Rubro-Negro questiona a regularidade da inscrição do argentino, contratado pelo Estudiantes após o encerramento da janela de transferências na Argentina.
Entenda a disputa de Estudiantes e Flamengo por ‘Caso Rojo’
A polêmica começou quando o Estudiantes tentou inscrever Rojo na Libertadores após o fechamento da janela de transferências argentina, encerrada em 2 de setembro. O zagueiro havia disputado partidas oficiais pelo Racing até 27 de setembro.
Em 9 de outubro, o clube pediu sua inclusão na lista da competição, mas a Conmebol rejeitou a solicitação duas vezes, após consultar a Fifa. O Estudiantes recorreu ao TAS, que concedeu uma autorização provisória em 21 de outubro.
O tribunal, porém, não garantiu que a escalação estaria livre de possíveis consequências esportivas ou disciplinares. Por isso, o Flamengo apresentou uma reclamação após a semifinal.
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