O Sesc Flamengo chega à Superliga Feminina embalado pelos títulos do Carioca e da Copa SuperVôlei. Em entrevista ao ‘MengoCast’, Tainara destacou a evolução do grupo, falou sobre as lições deixadas pela última temporada e afirmou que a equipe precisa confiar no próprio trabalho para brigar pelo título nacional.
A oposta acredita que a competição será ainda mais equilibrada e exigirá regularidade. Depois de uma temporada em que o Flamengo chegou perto da decisão, mas acabou eliminado na semifinal, a jogadora destacou a importância de não transformar a busca pela vitória em uma pressão excessiva.
“Acho que a gente não precisa se pressionar tanto. Podemos jogar tranquilas e fazer o nosso trabalho bem feito, que o resultado vai ser positivo. Mas a gente quer ganhar. Acredito que a Superliga esse ano tá super equilibrada. Vai ser uma briga bem dura”, afirmou Tainara.
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A jogadora ressaltou que o elenco precisa manter o foco no próprio desempenho, independentemente das expectativas externas. Para ela, a confiança será um dos fatores decisivos para o Flamengo conseguir repetir as boas atuações apresentadas nos primeiros compromissos da temporada.
“A gente continua trabalhando, fazendo a nossa parte, apresentar o melhor que o time tem em todas as partes, recuperar quem precisa recuperar e confiar no nosso trabalho. Tivemos dúvida ano passado. Dúvida de quem a gente era, o que a gente poderia fazer. Aí o braço já encurta, não consegue atacar a bola.”
União do elenco é aposta do Flamengo para a Superliga
Para Tainara, um dos pontos positivos do grupo nesta temporada é a união entre as jogadoras. A oposta afirmou que o elenco tem procurado dividir melhor as responsabilidades dentro de quadra, evitando que o desempenho dependa excessivamente de uma atleta.
“E esse ano a gente veio com a proposta de, cara, vamos lá. O que eu preciso melhorar para poder ajudar? Tanto na leveza, brincando, vamos sorrir, vamos fazer… Porque eu acho que essa é a tônica do nosso time. Além de jogar como um grupo, mas está todo mundo muito entregue, muito feliz dentro da quadra. Não dá para jogar amarrado.”
A manutenção de boa parte do elenco também foi apontada como um fator importante para fortalecer o ambiente de trabalho. Com mais tempo de convivência, as atletas conseguem compreender melhor as características umas das outras e construir uma relação de confiança que se reflete durante as partidas.
“Pelo fato de ter mantido metade do grupo, mais da metade, foi um ponto muito positivo porque todo mundo já se conhece. Eu sei com quem eu posso brincar, com quem eu não posso. Você acaba entendendo mais as outras pessoas.”
O Sesc Flamengo estreia na Superliga Feminina na segunda-feira (19), contra o Barueri, no Ginásio do Tijuca Tênis Clube. Depois dos títulos estaduais e da Copa SuperVôlei, a equipe inicia a competição nacional com a ambição de dar mais um passo e disputar o troféu.
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