O goleiro Agustín Rossi sabe bem como é ser campeão da Libertadores pelo Flamengo, e quer sentir o gosto da vitória mais uma vez. Mas ele também sabe como é chegar perto e ficar no quase, como aconteceu com o Boca Juniors em 2018.
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Em entrevista à Revista Placar, o arqueiro traçou um paralelo entre as duas campanhas, mas, principalmente, mostra queo objetivo é levantar mais uma taça.
“Eu acho que a Libertadores para os dois [clubes] virou uma obsessão muito grande. O Boca conquistou a última Libertadores em 2007, mas já são quase 20 anos que não consegue ganhar a competição. Por ser argentino, sei que todos os torcedores do Boca querem muito. É uma obsessão muito grande [para eles]. Eu tive a possibilidade de jogar lá e de ficar bem perto de conquistar em 2018. Naquele momento ficamos perto, mas ter conquistado a Libertadores com o Flamengo, para mim, é um orgulho e muito mais gratificante”, revela.
Rossi, então, afirma ter realizado um sonho ao conquistar o Tetra em campo pelo Flamengo.
“Pessoalmente, cumpri um dos maiores sonhos que tinha. Então, acho que para as duas torcidas virou uma obsessão, quase uma obrigação. E hoje, o Flamengo ser o primeiro tetracampeão do Brasil faz uma pequena diferença em relação ao resto”, diz o jogador.
Rossi quer Flamengo maior campeão da Libertadores
O Flamengo se tornou o maior campeão da Libertadores no Brasil, mas o goleiro argentino quer mais. Rossi diz ver o clube cada vez mais perto de se tornar o maior campeão da competição.
Para isso, primeiro, o clube precisa igualar o Peñarol, com cinco taças, algo que pode acontecer em 2026 caso o título se repita. Depois, é preciso buscar o próprio Boca Juniors, seu ex-clube, com seis conquistas, e o Independiente, maior campeão, com sete. Faltam três taças para que o Mengo iguale o maior campeão.
“O fato de entrarmos quase sempre como favoritos deixa essa esperança um pouco mais próximo [de uma conquista]. É óbvio que, ao disputar a competição, cada um sempre quer vencer, mas o campeão será um só. E esperamos estar cada dia mais perto de nos tornarmos os maiores campeões da América, seria um enorme privilégio”, finaliza.
Essa história continua a ser contada nesta quinta-feira (16), às 21h30 (de Brasília), quando o Flamengo entra em campo pela segunda rodada da fase de grupos da Libertadores para encarar o Independiente Medellín. Rossi será peça fundamental, assim como foi na campanha do título de 2025.
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