Antes mesmo de chegar todo mundo já sabia que Leonardo Jardim faria rodízio no Flamengo. Faz parte da filosofia do treinador e o calendário exaustivo do Brasil pede por isso. Ainda assim, algumas decisões são questionadas. Por isso, o treinador fez questão de usar exemplos reais para explicar suas escolhas.
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Em relação ao jogo do meio de semana, na vitória sobre o Independiente Medellín, e o deste domingo (19), contra o Bahia, o Flamengo fez cinco alterações. Varela, Ortiz, Alex Sandro, Plata e Pedro entraram nos lugares de Royal, Danilo, Ayrton Lucas, Carrascal e Bruno Henrique.
Enquanto isso, o Bahia teve oito dias de intervalo entre seus jogos. Diante disso, Jardim explicou como esse rodízio no Flamengo é fundamental para não impactar o plano de jogo.
“É decisivo para nós mantermos uma atitude de pressão, de empenho no jogo principalmente quando temos jogos de dois em dois dias. Agora temos mais dois dias para na quarta-feira voltar a jogar. Temos que perceber o que podemos melhorar e disponibilizar para ter uma equipe ativa, que propõe o jogo e agride o adversário na pressão outra vez”, argumentou Jardim.
Varela vs Emerson Royal: a exemplificação do rodízio no Flamengo
Na linha de usar exemplos reais sobre o impacto desse rodízio no Flamengo, Jardim usou as situações de Varela e Emerson Royal. Em meio à disputa de Brasileirão e Libertadores, ambos praticamente têm intercalado titularidade.
Ter ambos frescos e com ritmo de jogo é fundamental para as pretensões do treinador, que citou a entrega do uruguaio para exemplificar a necessidade da rotação.
“Varela hoje (contra o Bahia) fez 11km mais ou menos no GPS. No jogo anterior ele também fez uns 11km, mas se ele jogasse os três jogos (em sequência), não ia conseguir fazer isso. Entretando, no outro jogo quem fez 10km ou 10,6km foi o Royal.”
Rotação como estratégia
Nesse sentido, Jardim quer rotacionar o grupo não só para deixar o time fresco. A estratégia é clara: se tem um elenco recheado e com soluções, todo mundo deve estar com ritmo de jogo. E isso não se conquista jogando um jogo enquanto o outro joga cinco.
Além disso, é pior forçar jogadores e perdê-los por lesão. Esse foi mais um aspecto real que o treinador citou em coletiva após vitória sobre o Bahia, citando nominalmente Alex Sandro e Jorginho, que jogaram vários jogos seguidos e se lesionaram devido ao desgate.
Então a lógica é simples: rozídio + time fresco = menos lesões e melhor desempenho.
No próximo jogo a estratégia entrará em campo novamente. Contra o Vitória, na Copa do Brasil, a tendência é de um time bastante mexido.
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