Leonardo Jardim completou 10 jogos no comando do Flamengo com uma vitória categórica por 4 a 1 sobre o Independiente Medellín. O resultado no Maracanã selou uma arrancada impressionante que mudou o rumo da temporada rubro-negra.
Leia mais: Arrascaeta e Bruno Henrique seguem letais pelo Flamengo na Libertadores após 7 anos
O técnico transformou a instabilidade do início do ano, que resultou na queda de Filipe Luís, em um aproveitamento de campeão. Em apenas dois meses, Jardim soma 7 vitórias, 2 empates e apenas uma derrota, garantindo o título Carioca logo na sua estreia.
Os números ofensivos chamam a atenção com 20 gols marcados nesse curto período. A equipe mantém uma média de duas bolas na rede por partida, mostrando uma agressividade que se tornou a marca registrada do novo comandante.
Defensivamente o time também retomou o equilíbrio necessário para competir em alto nível. Com apenas 7 gols sofridos, o Flamengo se consolidou como uma equipe difícil de ser vazada, o que ajuda a explicar a ascensão no Brasileirão.
A vitória sobre o Independiente Medellín na Libertadores isolou o clube na liderança do Grupo A e confirmou a força do elenco. Jardim destacou que a metodologia de rodízio para manter a intensidade alta funciona mesmo com mudanças constantes na equipe titular.
Leonardo Jardim 10 jogos no Flamengo
- 10 jogos
- 7 vitórias
- 2 empates
- 1 derrota
- 20 gols marcados
- 7 gols sofridos
- 1 título (Carioca)
Jardim analisa evolução técnica e cunho pessoal no Flamengo
Jardim afirma que a busca pela perfeição é o motor do seu trabalho no dia a dia. Para Jardim, o alto nível exige uma cobrança incessante e a compreensão de que o futebol nunca atinge um estado de plenitude.
Embora valorize a base vitoriosa que encontrou, o comandante destaca que sua chegada trouxe novas ideias táticas ao elenco. Os jogadores têm assimilado bem as mudanças, aplicando nos jogos comportamentos que não eram vistos anteriormente.
“Na vida, para chegar ao futebol de alto nível, tive que realizar meus conceitos. Sou o mais exigente. Não acredito na plenitude. Há sempre um espaço para melhorarmos na vida e no futebol. Não quero fazer comparações, mas há ideias que coloco e os jogadores estão abordando de forma positiva.”
“Esta equipe está formada, eu quero botar meu cunho pessoal, mas esta equipe tem uma história. Mas existem coisas hoje em dia que não faziam antes e tem coisas que faziam antes que não fazem agora. Tem a ver com a ideia de cada treinador.”
Treinador explica gestão de elenco e responsabilidade do grupo
A estratégia defendida para o Flamengo exige que todos os atletas, sem exceção, abracem a metodologia de treino. Jardim é enfático ao dizer que o sucesso coletivo depende da capacidade de resposta de quem é chamado para o campo.
O rodízio é apresentado como uma necessidade física para manter a intensidade alta durante a maratona de competições. Para o técnico, manter os jogadores ativos é vital para que ninguém perca o ritmo e a responsabilidade de representar o clube.
“A estratégia que defendemos para o Flamengo os jogadores têm abraçado e tentado aplicá-la nos treinos e jogos. Trabalho com todos e digo que quem chamado precisa responder à altura. Não pode haver aquela muleta: ‘ah, eu jogo menos’. Não. Se trabalhar sério e com compromisso, aproveita para fazer o seu jogo.”
“Não podemos deixar jogadores sem atuar por mais de um mês e depois chamá-los à responsabilidade. É matar o jogador. Por isso tem que haver sempre essa gestão, a capacidade de jogarem, uns mais e outros menos. Na equipe do Flamengo não podemos depender de ninguém, temos que depender do Flamengo.”
Fique por dentro de tudo no seu WhatsApp! 📲 Quer receber as notícias do Mengão em primeira mão, direto no seu celular? Entre agora no canal oficial do Jornal do Fla no WhatsApp e não perca nenhum detalhe sobre o nosso Mais Querido.
👉 CLIQUE AQUI PARA ENTRAR NO CANAL

