O Flamengo mantém uma posição contrária aos gramados sintéticos, mesmo apresentando resultados expressivos em 2026. A goleada sobre o Vasco, no Nilton Santos, ampliou a invencibilidade rubro-negra para seis partidas, com cinco vitórias e um empate. Ainda assim, o retrospecto não muda o entendimento da diretoria: o clube não pretende instalar grama artificial no Maracanã.
A preocupação passa principalmente pelos efeitos físicos que esse tipo de piso pode provocar nos jogadores. Na avaliação interna do Flamengo, disputar partidas regularmente em gramados sintéticos exigiria um processo de recuperação maior dos atletas, aumentando o desgaste ao longo de uma temporada que já conta com calendário bastante apertado. A informação é de Venê Casagrande.
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Um exemplo da cautela rubro-negra é Nicolás De La Cruz. O meio-campista não costuma atuar em gramados sintéticos e ficou fora da relação para o clássico contra o Vasco justamente por causa do tipo de superfície do Nilton Santos. O uruguaio convive com problemas físicos no joelho direito, e o clube evita expô-lo a esse tipo de piso.
Flamengo busca solução para o fim dos gramados sintéticos
Além disso, o Flamengo já apresentou à CBF propostas para melhorar a qualidade dos gramados brasileiros, defendendo a utilização de superfícies naturais híbridas nas principais divisões do futebol nacional.
No Maracanã, a solução planejada para 2027 também passa pela grama natural: o estádio utilizará a variedade Celebration Hybrid, considerada mais resistente do que a atual Bermuda Celebration.
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