O Flamengo apoiou nesta segunda-feira (27) a iniciativa antirracista do Corinthians na Neo Química Arena. A ação responde à injúria contra o goleiro Carlos Miguel e resultou na remoção permanente do assento de onde partiram as ofensas.
A campanha reduziu a capacidade do estádio e instalou no local um adesivo informativo com QR Code para denúncias. O código direciona para uma cartilha educativa sobre como identificar e denunciar episódios de discriminação na praça esportiva.
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Em nota, o Rubro-Negro destacou que transformar episódios lamentáveis em marcos de conscientização é um passo fundamental. O clube reforçou que a união institucional é o caminho para combater o preconceito de forma efetiva.
“O Flamengo reafirma seu compromisso permanente no combate ao racismo e a qualquer forma de discriminação. O clube manifesta apoio à iniciativa do Corinthians, que deu a um episódio lamentável um significado claro de que o racismo não tem lugar no futebol”, diz trecho da nota, antes de finalizar:
“O esporte tem papel fundamental na construção de uma cultura mais justa e respeitosa. Seguiremos atuando de forma ativa para promover a igualdade.”
O Flamengo reafirma seu compromisso permanente no combate ao racismo e a qualquer forma de discriminação.
— Flamengo (@Flamengo) April 28, 2026
Em linha com esse posicionamento, o clube manifesta apoio à iniciativa do Corinthians, que deu a um episódio lamentável um significado claro e permanente de que o racismo… pic.twitter.com/iAgfWaTmRZ
O gesto ocorre sob punições reais, já que o setor Oeste Inferior da arena estará interditado contra o São Paulo. A estratégia serve como um lembrete físico de que atitudes preconceituosas geram prejuízos diretos à instituição.
Flamengo reforça união institucional e impacto da campanha
A campanha ganhou força após um vídeo registrar o momento em que Carlos Miguel foi chamado de “macaco”. O caso expôs a dificuldade de identificação imediata de criminosos dentro dos estádios brasileiros durante as partidas de futebol.
O apoio do Flamengo sinaliza que as potências do país buscam uma frente unificada contra o preconceito. A ausência física da cadeira na Arena busca ser um marco permanente de tolerância zero e gerar debate constante entre os torcedores.
A iniciativa reforça a luta do Flamengo em causas sociais. Recentemente, o clube aprovou uma emenda antirracista no Estatuto, promoveu seminários sobre o tema e agora valida o uso de ferramentas práticas para combater o crime.
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