
O Flamengo recebe o Vitória neste domingo (9), às 19h30, no Maracanã, pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Diante de um adversário que deve adotar uma postura defensiva, a equipe de Leonardo Jardim precisará corrigir alguns aspectos do jogo para voltar a vencer e, principalmente, apresentar uma atuação mais consistente. A seguir, destacamos três pontos que podem ser decisivos para o Rubro-Negro.
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Ajustes que Flamengo precisa fazer para bater o Vitória no Maracanã
Circulação de bola e o double pivot
Como de costume, o Vitória de Jair Ventura deve atuar com linhas baixas, possivelmente em um esquema com cinco defensores e quatro meio-campistas, fechando os espaços, sobretudo na entrada da área.
Diante desse cenário, utilizar Jorginho e Erick Pulgar como double pivot (duplo pivô) pode limitar a capacidade ofensiva da equipe. Com apenas um volante na base da jogada, formando a saída de três ao lado dos zagueiros, e Lucas Paquetá ocupando um setor mais adiantado, o Flamengo ganha um jogador entre as linhas.

A tendência é de uma circulação de bola mais dinâmica, maior capacidade de infiltração e superioridade numérica no último terço, criando dúvidas na marcação adversária.
Mais força pelo lado esquerdo
A provável volta de Arrascaeta ao time titular deve levar Samuel Lino novamente para a ponta esquerda. A ideia é explorar a movimentação do atacante por dentro, abrindo espaço para as ultrapassagens de Alex Sandro ou Ayrton Lucas.
No entanto, o setor tem produzido pouco nas últimas partidas. Sem uma terceira opção de confiança para a posição, Leonardo Jardim precisa encontrar alternativas para aumentar a presença ofensiva pelo lado esquerdo e evitar que o Flamengo concentre suas ações apenas pelo corredor oposto.

Perde-pressiona e intensidade sem a bola
O comportamento sem a posse talvez seja o principal problema do Flamengo neste momento. A equipe ainda apresenta dificuldades para reagir imediatamente após perder a bola, permitindo que os adversários iniciem contra-ataques com relativa facilidade.
Para recuperar o controle das partidas, Leonardo Jardim precisa fazer o time pressionar de maneira mais coordenada, encurtando espaços, dificultando a primeira construção rival e retardando a progressão do adversário. Com um perde-pressiona mais eficiente, o Flamengo tende a sofrer menos transições, reduzir os momentos de trocação e evitar que seus defensores sejam constantemente obrigados a correr para trás, uma situação que expõe características pouco favoráveis do elenco.

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