terça-feira, maio 12

A saída de Helena Wenk do Sesc Flamengo ganhou novos capítulos após declarações de Paulo Coco, auxiliar da Seleção Brasileira e técnico do Atlanta (EUA). Em entrevista ao portal “Olimpíada Todo Dia”, o treinador destacou que o desenvolvimento da ponteira de 1,99m depende diretamente de tempo em quadra. A análise surge em meio à despedida da jovem do Rubro-Negro rumo ao exterior.

Paulo Coco evitou confirmar a contratação de Helena pelo seu time na liga americana (LOVB), mas reforçou o que a torcida rubro-negra já apontava. Para o técnico, a prioridade da atleta deve ser um ambiente que potencialize seu crescimento global. No Sesc Flamengo, Helena viveu uma temporada de altos e baixos sob o comando de Bernardinho, sem conseguir se firmar como titular absoluta.

A joia da base rubro-negra foi peça fundamental na semifinal contra o Praia Clube, mas acabou no banco no momento decisivo da eliminação. Essa falta de continuidade no time principal é vista como um entrave para o desenvolvimento de uma atleta com o porte físico de Helena. Paulo Coco ressaltou que o ritmo de jogo é o diferencial necessário para que ela se torne uma jogadora de elite.

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Projeto americano e a lacuna deixada no Sesc Flamengo

Os rumores indicam que Helena será comandada justamente por Paulo Coco nos Estados Unidos na próxima temporada. O treinador detalhou o crescimento da liga profissional americana (LOVB), que tenta se consolidar no cenário mundial. A saída da jovem evidencia a dificuldade do Sesc Flamengo em segurar talentos da base que buscam maior protagonismo.

Com a despedida de Helena, o Flamengo buscou reforços como Ariele e Jaque para compor o elenco de 2026/27. No entanto, a perda de uma jogadora com o teto de evolução da ponteira ainda gera debates entre os torcedores. A expectativa da comissão técnica da Seleção Brasileira é que, no exterior, Helena encontre a rodagem que não conseguiu estabelecer de forma definitiva no Rio de Janeiro.

O planejamento de Bernardinho para a próxima Superliga terá que lidar com essa ausência de uma peça de definição alta. Enquanto o Sesc Flamengo reformula seu setor ofensivo, Helena Wenk caminha para um cenário onde a promessa de ser protagonista é o principal atrativo. O futuro da jogadora é tratado com cautela, mas a busca por “tempo de quadra” é o foco central para os próximos passos.


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